sábado, 27 de agosto de 2016

Vem com a gente - Porto Alegre-se!

Te convidamos para trazer de volta para Porto Alegre a cidade exemplar que já foi, no respeito à vontade de sua gente, onde os serviços funcionem para todos e todas e sua riqueza promova a cultura, a educação, a moradia, a saúde, a segurança e não mais privilégios só para alguns, como há 16 anos está sendo!

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Vem com a gente - Sofia Cavedon 13113 - Vereadora e Raul Pont 13 - Prefeito / Silvana Conti - Vice

Agenda de Mobilização do Final de Semana

Participe, compartilhe, divulgue!!!

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Momentos da inauguração Comitê Sofia Cavedon 13113

Confira aqui momentos da inauguração do Comitê Sofia Cavedon Vereadora e Raul Pont Prefeito!

Lamentamos tantas mortes e exigimos respostas!

Foto Guilherme Almeida/CMPA
Vereadora solicita audiência no MP

No dia de ontem, antes do assassinato de Cristiane Fonseca Fagundes, a vereadora Sofia Cavedon (PT) encaminhou uma solicitação de agenda junto ao Ministério Público do RS para que pais, alunos e ex-alunos das escolas municipais possam levar seus relatos sobre a dramática situação de violência pela qual estão passando, a fim de encontrar saídas conjuntamente.

A escalda da violência que estamos testemunhando em Porto Alegre e no Estado ultrapassou todos os limites. A omissão do Governador Satori nos leva a uma situação de desespero e medo. O caos na área tem colocado em risco a vida de todos nós, fazendo como vítimas preferenciais os moradores da periferia, pobres e anônimos, aos quais presto minha solidariedade, bem como aos familiares da Cristiane. É um cenário incompatível com a cidade que escolhemos para viver, da qual já sentimos tanto orgulho por ser considerada a capital da qualidade de vida. Hoje, infelizmente, é a capital da violência”, lamenta a vereadora.                     
 
Sofia, que é líder da Bancada do PT e da Oposição, está atenta a crise da segurança tendo aprovado na Câmara Municipal de Porto Alegre quatro iniciativas que tem o objetivo de oferecer mais segurança a população porto-alegrense.

Duas das indicações aprovadas sugerem ao Governo do Estado que implante o Cercamento Eletrônico de Porto Alegre e que retome os quatro Territórios de Paz na capital, nos bairros: Lomba do Pinheiro, Restinga, Rubem Berta e Santa Teresa. Este, fundamental para amenizar a morte de tantos jovens que ocorrem em regiões de maior vulnerabilidade social.

Nas outras duas indicações, Sofia sugere que a prefeitura instale, junto ao Centro Integrado de Emergências da Secretaria de Segurança Pública do Estado, células da EPTC, do SAMU e da Guarda Municipal. Também solicita que a EPTC não multe os veículos que avançarem o sinal vermelho, em baixa velocidade, no período noturno, enquanto perdurar a crise da segurança pública na capital.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Artistas e intelectuais estrangeiros divulgam manifesto contra impeachment de Dilma Rousseff

Artistas e intelectuais estrangeiros divulgaram, nesta quarta-feira (24/08), um manifesto em que condenam o impeachment da presidente brasileira, Dilma Rousseff, e defendem a democracia no país. 

Entre os 22 signatários do manifesto estão os escritores e ativistas Noam Chomsky (EUA), Naomi Klein (Canadá), Eve Ensler (EUA), Arundhati Roy (Índia); os atores Danny Glover (EUA), Viggo Mortensen (EUA), Susan Sarandon (EUA), Stephen Fry (Reino Unido); os cineastas Ken Loach (Reino Unido) e Oliver Stone (EUA); e os músicos Tom Morello (EUA) e Brian Eno (Reino Unido), entre outros.

A presidente Dilma Rousseff e o ator norte-americano Danny Glover, um dos signatários do manifesto divulgado nesta quarta-feira

Do Opera Mundi

Eles dizem estar “preocupados com o impeachment de motivação política” de Dilma, que instaurou um governo “não eleito”.

“A base jurídica para o impeachment em curso é amplamente questionável e existem evidências convincentes mostrando que os principais promotores da campanha do impeachment estão tentando remover a presidenta com o objetivo de parar investigações de corrupção nas quais eles próprios estão implicados”, diz o manifesto.

O documento também aborda a questão da falta de representatividade do gabinete do vice-presidente exercendo a Presidência interinamente, Michel Temer. “Lamentamos que o governo interino no Brasil tenha substituído um Ministério diversificado, dirigido pela primeira presidente mulher [do Brasil], por um Ministério composto por homens brancos, em um país onde a maioria se identifica como negros ou pardos”.

“Visto que o Brasil é o quinto país mais populoso do mundo, estes acontecimentos são de grande importância para todos os que se preocupam com igualdade e direitos civis”, afirma o texto.
O manifesto pede que os senadores brasileiros, que votarão no processo de impeachment a partir desta quinta-feira (25/08), “respeitem o processo eleitoral de 2014, quando mais de 100 milhões de pessoas votaram”. “O Brasil emergiu de uma ditadura há apenas 30 anos, e esses eventos podem atrasar o progresso do país em termos de inclusão social e econômica por décadas”, diz o texto.
Os signatários finalizam a declaração alertando para as consequências que o impedimento de Dilma pode ter para a América Latina. “O Brasil é uma grande potência regional e tem a maior economia da América Latina. Se este ataque contra suas instituições democráticas for bem sucedido, as ondas de choque negativas irão reverberar em toda a região”, afirmam.

Na quinta-feira (25/08), o Senado brasileiro retomará as discussões e julgará o impeachment da presidenta. Caso o Senado aprove o impedimento, Dilma será destituída oficialmente do cargo e ficará inelegível por oito anos.

Leia o manifesto na íntegra:

Nos solidarizamos com nossos colegas artistas e com todos aqueles que lutam pela democracia e justiça em todo o Brasil.

Estamos preocupados com o impeachment de motivação política da presidenta, o qual instalou um governo provisório não eleito. A base jurídica para o impeachment em curso é amplamente questionável e existem evidências convincentes mostrando que os principais promotores da campanha do impeachment estão tentando remover a presidenta com o objetivo de parar investigações de corrupção nas quais eles próprios estão implicados.

Lamentamos que o governo interino no Brasil tenha substituído um ministério diversificado, dirigido pela primeira presidente mulher, por um ministério compostos por homens brancos, em um país onde a maioria se identifica como negros ou pardos. Tal governo também eliminou o Ministério das Mulheres, Igualdade Racial e dos Direitos Humanos. Visto que o Brasil é o quinto país mais populoso do mundo, estes acontecimentos são de grande importância para todos os que se preocupam com igualdade e direitos civis.

Esperamos que os senadores brasileiros respeitem o processo eleitoral de 2014, quando mais de 100 milhões de pessoas votaram. O Brasil emergiu de uma ditadura há apenas 30 anos, e esses eventos podem atrasar o progresso do país em termos de inclusão social e econômica por décadas. O Brasil é uma grande potência regional e tem a maior economia da América Latina. Se este ataque contra suas instituições democráticas for bem sucedido, as ondas de choque negativas irão reverberar em toda a região.

Tariq Ali – escritor, jornalista e cineasta
Harry Belafonte – ativista, cantor e ator
Noam Chomsky – linguista
Alan Cumming – ator
Frances de la Tour – atriz
Deborah Eisenberg – escritora, atriz e professora
Brian Eno – compositor, cantor e produtor
Eve Ensler – dramaturga
Stephen Fry – ator e diretor
Danny Glover – ator e diretor
Daniel Hunt – produtor musical e cineasta
Naomi Klein – jornalista e escritora
Ken Loach – cineasta
Tom Morello – músico
Viggo Mortensen – ator
Michael Ondaatje – novelista e poeta
Arundhati Roy – escritor e ativista
Susan Sarandon – atriz
John Sayles – roteirista e diretor
Wallace Shawn – ator, dramaturgo e comediante
Oliver Stone – cineasta
Vivienne Westwood – estilista

Fonte: Portal Sul21.

Agenda de Mobilização - Sofia Cavedon Vereadora - 13113

Porto Alegre-se com a gente! 

Nos encontre onde e quando der...

Agenda desta quarta e quinta-feira.

E nesta quinta- 25 – Todos e todas lá no Ato Político de Inauguração do Comitê da Sofia!

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terça-feira, 23 de agosto de 2016

Simpa promove debate com candidatos à prefeitura

 O Sindicato dos Municipários/asqual o seu compromisso com o servidor e com os serviços públicos de qualidade?”.
de Porto Alegre (Simpa) quer saber dos candidatos e candidata à Prefeitura Municipal “

 Por isso, realiza o debate com candidatos e candidata às eleições de 2016, no dia 1º de setembro - quinta-feira, às 18h30min, no Auditório Dante Barone da Assembleia Legislativa do RS (Praça Marechal Deodoro, 101, Centro). O encontro será público, com lotação máxima de 500 pessoas e duração de 2 horas e 10 minutos.

Confirmaram presença os candidatos Fábio Ostermann (PSL), João Carlos Rodrigues (PMN), Julio Flores (PSTU), Mauricio Dziedricki (PTB), Nelson Marchezan (PSDB), Raul Pont (PT), Sebastião Melo (PMBD) e Luciana Genro (Psol).

 Questões como Plano de Carreira, condições de trabalho, valorização, cargos de confiança, sistema de avaliação dos servidores, gestão autoritária, incluindo corte do ponto dos servidores que participam de mobilizações, entre outras, deverão ser abordadas.

domingo, 21 de agosto de 2016

Agenda de Mobilização - Sofia Cavedon Vereadora - 13113

Porto Alegre-se com a gente! 

Nos encontre onde e quando der...

Agenda desta segunda e terça-feira.

E na quinta- 25 – Todos e todas lá no Ato Político de Inauguração do Comitê da Sofia!

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sexta-feira, 19 de agosto de 2016

100 dias de Governo Golpista

Direitos humanos, das mulheres e dos negros: em poucas horas, a desconstrução

Por  Luciano Velleda/RBA

A temática das mulheres, dos direitos humanos, da juventude e dos negros no governo interino de Michel Temer precisou de apenas algumas horas para sofrer um forte revés. No mesmo dia em que o Senado decidiu pela abertura do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, em 12 de maio, Temer mandou rodar uma edição especial do Diário Oficial da União com a nova configuração da esplanada dos ministérios.

Sem delongas, o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos foi extinto, transformado em secretarias sob a aba do Ministério da Justiça. Em poucas horas, uma histórica conquista dos movimentos sociais perdeu protagonismo, importância e voz.

Menos de 30 dias depois, o Ministério da Justiça publicou a Portaria nº 611/2016. Com ela, o governo interino completou o serviço ao engessar as demandas relacionadas à Secretaria Especial de Direitos Humanos. A portaria, assinada pelo ministro Alexandre de Moraes, em seu Artigo 1º determina: “Ficam suspensas, por noventa dias, as delegações de competência relativas à celebração de contratos, convênios e instrumentos congêneres, a nomeação de servidores, a autorização de repasses de quaisquer valores não contratados, a realização de despesas com diárias e passagens, e a realização de eventos, no âmbito do Ministério da Justiça e Cidadania”.

A decisão esvazia serviços e programas e impede o funcionamento dos órgãos colegiados que reúnem governo e sociedade civil no diálogo para a elaboração de propostas. Ficam sem condições de atuar programas como o de Proteção a Vítimas e Testemunhas, de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos, de Proteção a Crianças e Adolescentes Ameaçados de Morte e a Implementação do Sistema Socioeducativo.

O documento deixa de fora dessas restrições as operações e atividades da Força Nacional de Segurança Pública, às ações de preparação e mobilização para a realização dos Jogos Olímpicos de 2016, o cumprimento de decisões judiciais, à execução do orçamento impositivo e a gestão da folha de pagamento de pessoal.

No parágrafo único, a Portaria 611/2016 determina que “a liberação de recursos financeiros para a execução de convênios e instrumentos congêneres ficará condicionada à autorização do Ministro de Estado da Justiça e Cidadania”. A seguir, o Artigo 2º reforça os plenos poderes do ministro – conhecido por seu pouco apreço à cidadania –, ao estabelecer que ele “poderá, durante o período de suspensão, autorizar a realização dos atos referidos no art. 1º”.

Em outras áreas, o governo interino igualmente não demonstra receio em afrontar os direitos humanos. É o caso da nomeação do general Sérgio Etchegoyen para chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Filho do general Leo Etchegoyen, incluído na lista de 377 agentes do Estado responsáveis por crimes durante a ditadura, Sérgio Etchegoyen foi o único general da ativa que criticou publicamente o relatório final da Comissão Nacional da Verdade, apresentado em dezembro de 2014.

Políticas para mulheres

A montagem do primeiro escalão do governo interino sem a presença de mulheres e negros foi, desde o primeiro momento, indício inequívoco do que viria pela frente. Criticado, Michel Temer tentou remendar a situação nomeando a professora Flávia Piovesan para a Secretaria Especial de Direitos Humanos, Silvia Marques para a presidência do BNDES e Fátima Pelaes para a Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.

Se Flávia Piovesan, conhecida e respeitada por sua luta na defesa e promoção dos direitos humanos é, para muitos, a pessoa certa no governo errado, Fátima Pelaes é pessoa errada condizente com o governo errado. Ex-deputada federal (PMDB-AP), Fátima é contra a descriminalização do aborto – inclusive em casos de estupro, permitido por lei no Brasil. Evangélica, diz não levantar “bandeiras contrárias aos valores bíblicos”.

Nomeada dias depois do caso de estupro coletivo no Rio de Janeiro, ela viu o governo criar, como reação ao fato que revoltou o país, o Núcleo de Proteção à Mulher fora da estrutura da secretaria que comanda. Um sinal do esvaziamento da pasta, apesar de a secretária ser integrante do grupo.
Reflexos desse contexto desfavorável já são visíveis: o Prêmio Construindo Igualdade de Gênero ainda não teve inscrições abertas e está fora do cronograma; o Programa Pró-equidade de Gênero e Raça igualmente está sem cronograma; convênios foram cancelados por total desconhecimento dos encaminhamentos que deveriam ter sido feitos; a implementação das Diretrizes Nacionais para enfrentar o Feminicídio (que vai além da segurança pública) não tem o acompanhamento do governo federal, além da ausência de monitoramento e acompanhamento da Rede de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres.

Igualdade Racial

A extinção do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial, da Juventude e dos Direitos Humanos e a incorporação das competências da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir) ao Ministério da Justiça e Cidadania, resultaram na redução de sua estrutura e condições de operar e articular programas e ações.

Um dos principais programas relacionados com a Seppir, por exemplo, chama-se Juventude Viva. O objetivo é reunir ações de prevenção para reduzir a vulnerabilidade de jovens negros e de periferia à violência física e simbólica. Considerando que grande parte dessa violência é cometida pelas forças policiais, e que o atual ministro é conhecido por seu gosto em reprimir movimentos sociais e por não ter contido a violência da PM paulista quando era secretário de Segurança, não é difícil imaginar qual o futuro do Juventude Viva sob o comando maior de Alexandre de Moraes.

Cem dias depois, o que começou ruim, segue ruim. E pode piorar.

Fonte: Portal Sul21

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