terça-feira, 19 de maio de 2009

Escola General Neto - MP irá averiguar irregularidades

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A direção da Escola Estadual General Neto esclarece a comunidade que não existe surto de hepatite na instituição, conforme está sendo noticiado. Segundo a diretora, professora Simone Rocha, nunca houve surto de doença alguma no estabelecimento. “Nosso foco de luta é construir a nova sede da Escola”, afirma ela.

MP irá averiguar denúncias
Nesse sentido foi realizada na manhã desta terça-feira (19/05), reunião com a promotora Noara Lisboa, da Infância e Juventude do Ministério Público Estadual (MP), a comunidade escolar e a vereadora Sofia Cavedon, membro da Comissão de Educação da Câmara Municipal de Porto Alegre, que vem acompanhado a situação da Gen. Neto, desde o ano passado.

Após a entrega do documento, que relata o histórico da situação desde julho de 2007, quando um incêndio destruiu a escola, Noara disse que encaminhará a Promotoria de Defesa do Patrimônio Público, cópia de todo o expediente sobre a Escola, para que a mesma averigue a prática de improbidade administrativa do Governo, tendo em vista o desperdício de dinheiro público, já que a obra foi embargada e está parada a sete meses, se degradando com as intempéries climáticas.

A Promotora informou que no âmbito da Promotoria da Infância e Juventude, após analisar o relatório colhendo as necessidades mais imperativas, solicitará ao Governo do Estado a execução de medidas urgentes visando saneá-las. Segundo a Promotora, entre essas medidas estão a colocação de uma cobertura sobre os containers e no pátio da escola, e a colocação de mais um container para abrigar os alunos da sétima série que foram deslocados para outras escolas distantes da região onde moram.

Sofia Cavedon destacou na reunião, que em março a secretária de Educação e o secretário de Obras do Governo do Estado informaram em audiência pública, realizada (17/03) pela Comissão de Educação da Assembléia Legislativa, que a licitação da obra seria prioridade. “Estamos em maio e as condições continuam insalubres, precárias e indignas para alunos, professores e funcionários da escola”, lamenta a vereadora.

Também participaram da audiência Valmor Pereira, do Círculo de Pais e Mestres (CPM); Eliane Rodrigues e Helena Requião, do Conselho Escolar.

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