sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Terceirizadas da Rede Municipal de Ensino seguem lutando por direitos básicos

Foto Divulgação SC
“A reunião no Ministério Público do Trabalho (MPT) com Cooperativa Riograndense (Cootrario), Sindicato e trabalhadoras(es) hoje (17/8), ao meio-dia, trouxe avanços, pois houve compromisso de todos”. A manifestação é da vereadora Sofia Cavedon (PT-PoA), que desde 2007 está junto com as trabalhadoras e trabalhadores terceirizados da Rede Municipal de Ensino (RME) na luta pela garantia de seus direitos trabalhistas, desrespeitados pela Cootrario e não percebidos pela Secretaria Municipal de Educação (Smed).

Sofia lamenta mais um prejuízo para a categoria, que não receberam o abono do PIS porque a cooperativa perdeu o prazo. “Ainda não revertemos esse dano, mas continuamos lutando”, afirma a vereadora.

O procurador do Trabalho, Philippe Gomes Jardim, recebeu as denúncias de várias irregularidades trabalhistas cometidas pela cooperativa e sem providências por parte da Smed. A audiência ocorreu na sede no Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS), em Porto Alegre.

As trabalhadoras, que atuam no setor de serviços gerais e cozinha, denunciam que a Cootrario vem descumprindo alguns direitos trabalhistas, como atrasos nos pagamentos do abono-família, do vale-refeição e do FGTS, além de problemas com o repasse de vale-transporte e não fornecimento de contra-cheque. Apesar de ser uma cooperativa, a Cootrario contrata as trabalhadoras pela CLT.

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