domingo, 7 de julho de 2013

Reforma Política - Moção de Apoio em votação nesta segunda

De autoria de Sofia Cavedon (PT-PoA), a Câmara de Porto Alegre vota nesta segunda-feira (08/7), a partir das 14h, Moção de Apoio ao Plebiscito Nacional sobre a Reforma Política apresentado pela presidenta Dilma

Na opinião da vereadora, o plebiscito oficializa, quantifica e institui uma opinião majoritária, ficando difícil para o Congresso Nacional descumpri-la. “Apresentei na Câmara a proposta que já surge com a posição contrária do PMDB, DEM e do PP. Vamos disputar a sua aprovação, afirma Sofia.

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Foto Divulgação Gabinete
Colhendo apoio

No Sábado, Sofia esteve na Feira Ecológica, na Redenção, colhendo apoio ao projeto de lei de iniciativa popular sobre a reforma política, que precisa de 1,4 milhão de assinaturas.

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Executiva Nacional do PT apoia a realização do plebiscito ainda em 2013

A Executiva Nacional do PT, em reunião na quinta-feira (04/7), afirmou apoio à iniciativa da presidenta Dilma de realização do plebiscito. A orientação, segundo o deputado Raul Pont, presidente do PT gaúcho, é que as bancadas se mobilizem e lutem para a realização do plebiscito ainda em 2013, para que as regras decididas sejam válidas para o próximo processo eleitoral. “Para a Executiva essa é a resposta mais correta e mais alinhada com a voz das ruas, daqueles que não se sentem representados pelo Congresso e pelo nosso sistema político, que é dominado pelo poder econômico”, salientou.

Pont disse ainda que o PT continuará trabalhando para a coleta de assinaturas para o projeto de lei de iniciativa popular para a reforma política. “A direção do partido está aberto ao diálogo com entidades que apresentam propostas semelhantes, como é o caso da OAB em conjunto com Movimento Contra a Corrupção Eleitoral, para que se garantam as mudanças ainda esse ano”, afirmou.

Da mesma forma, a Executiva entende que uma reforma política mais profunda nas instituições precisa ser feita através de uma constituinte exclusiva. “O papel do Senado e a proporcionalidade entre os estados são dois exemplos de mudanças necessárias que não teriam como ser feitas imediatamente, por isso não abrimos mão de uma Constituinte exclusiva e soberana”, explicou Pont.

Fonte: Portal do Dep. Est. Raul Pont (PT).