segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Novas denúncias sobre o cálculo das passagens de ônibus em Porto Alegre

Foto Mario Pepo
Uso compartilhado de garagem, bomba de combustível e pessoal administrativo podem representar desvios no cálculo tarifário. 

Novos elementos, que podem estar distorcendo o custo aferido na tabela tarifária do transporte coletivo de Porto Alegre, foram apresentados nesta segunda-feira (07/10) ao Ministério Público de Contas (MPC), que está investigando o cálculo das tarifas na capital.

Sofia Cavedon, vereadora do PT, e representantes da Comissão dos Rodoviários de Porto Alegre levaram ao procurador-geral do MPC, Geraldo Da Camino, vídeos e documentos que mostram as denúncias apresentadas envolvendo a Empresa Gasômetro de Transportes S.A..

Denúncias: 

1. Existência de três empresas dentro da mesma garagem na rua Vicente da Fontoura, 1597: 1) Empresa Gasômetro de Transportes AS; 2) Inomag Transportes Ltda, que opera com táxi lotação em Porto Alegre; e 3) Rota Litoral, empresa de ônibus com sede em Capão da Canoa.

2. Os mecânicos são empregados da empresa Inomag, usam uniformes da Gasômetro e prestam serviço para as três empresas. Assim também funciona com o eletricista, chapeador, abastecedor e o rapaz que faz a limpeza dos veículos; na parte da arrecadação, a mesma coisa;

3. O abastecimento dos ônibus e das lotações é realizado na mesma bomba.

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