segunda-feira, 14 de julho de 2014

Conselhos querem mudar projeto de reestruturação da Fasc

Foto Leonardo Contursi/CMPA
Sofia Cavedon (PT) fez um apelo na tribuna da Câmara Municipal de Porto Alegre aos líderes das bancadas para que o projeto que prevê mudanças na organização pessoal da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc), de autoria do Executivo, fosse votado nesta segunda-feira (14/7). "É preciso que se instale o Sistema Único de Assistência Social (Suas) em Porto Alegre o mais rápido possível", disse. A parlamentar afirmou que as políticas públicas se tornam "inúteis se não tiverem o intermédio da Fasc, que orienta e dedica esforços às famílias que necessitam de assistência social". Sofia ressaltou que é preciso ter pessoas qualificadas na Fasc para que se possa prosseguir com o auxílio social da população.

Na Tribuna Popular Conselho pede urgência na votação

Foto Ederson Nunes/CMPA
O vice-presidente do Conselho Regional de Serviço Social (Cress-RS) e representante do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), Agnaldo Engel Knevitz, ocupou a Tribuna Popular da Câmara Municipal de Porto Alegre nesta segunda-feira (14/7) para falar sobre o projeto de reestruturação de pessoal da Fundação de Assistência Social e Cidadania (Fasc). A proposta, apresentado pelo Executivo, é uma adesão ao Sistema Único de Assistência Social (Suas), no sentido de reestruturar a Fasc por meio da reforma do regimento interno e do organograma e obedecendo à Tipificação Nacional de Serviços Socioassistenciais aprovada em 2009. Knevitz enfatizou a urgência da votação e da aprovação do projeto, mas sugeriu alterações na proposta que tramita há sete meses no Legislativo.

“Ocupar esta tribuna é motivo de grande satisfação e de grande responsabilidade”, destacou Knevitz. “Satisfação pelo tema do projeto e o que ele representa para Porto Alegre na efetivação do Suas e responsabilidade na defesa de uma pauta de demandas fundamentais e alterações necessárias que zelam por princípios constitucionais para a aprovação desse projeto.”

“Somos contrários a vários aspectos não discutidos coletivamente, para que de fato o Suas se efetive”, afirmou Knevitz. De acordo com ele, entre as prerrogativas legais está a existência de trabalhadores estáveis, capacitados e com ingresso via concurso público, conforme prevê a legislação vigente.

Fonte: Portal da CMPA.