sexta-feira, 10 de abril de 2015

PT marca os 100 dias sem propostas do governo Sartori

Foto Marta Resing

Bancada de Vereadores e Vereadora e Diretório Municipal do PT foram pra frente do Palácio Piratini marcar os 100 dias sem propostas do governo Sartori e apoiar a luta da Polícia Civil e da Brigada Militar, que reivindicam a nomeação dos concursados e mais Segurança!!!

A vereadora Sofia Cavedon questiona: Se não sabe como governar, por que se candidatou?

Sem Ação, sem gestão, Sartori prefere dizer que deixamos o estado quebrado, lembra a parlamentar, no entanto são muitos milhões para investimentos esperando obras, conquistados e reservados pelo governo Tarso: do Banco Mundial, do BNDS, do salário educação.

Foto Marta Resing
Sofia destaca ainda que as iniciativas apresentadas pelo Governador, nestes primeiros ‎100 dias, reduzem conquistas como as Delegacias Especializadas. "Se o projeto prosperar, será um retrocesso para o povo gaúcho",  afirma a vereadora

Veja aqui registro do ato em frente ao Palácio Piratini.

Na tribuna

Na tribuna da Casa Legislativa da capital, Sofia fez um balanço crítico dos primeiros 100 dias do governo de José Ivo Sartori: "No entanto, nós não entendemos um governo que só se lamenta desde o primeiro dia por causa das finanças que recebeu do governo anterior".

A parlamentar destacou que o PT tem orgulho de todos os movimentos e ações que foram feitos em benefício da população gaúcha. "Deixamos potencialidades como a recuperação salarial e a busca de investimentos fora do estado. Além disso, deixamos para o governo de Sartori R$ 3,5 bilhões já captados para a qualificação da educação no estado, mas, no entanto, eles continuam a se lamentar", afirmou.

Foto Ederson Nunes/CMPA
Questionando os cortes de gastos ocorridos em diferentes áreas, Sofia cobrou a nomeação de brigadianos e delegados de polícia aprovados em concurso público recente.

A vereadora criticou o projeto "Escola Melhor: Socidade Melhor", que abre a possibilidade de parcerias público-privadas (PPPs) também dentro das escolas estaduais. "Empresas poderiam utilizar suas ações em escolas em materiais publicitários. Jogar a responsabilidade para o mercado, transformar a escola num produto rentável, é abrir mão de uma escola transformadora e democrática, com suporte público a um projeto político-pedagógico", explicou ela, resumindo que, em uma centena de dias, Sartori não teria apresentado nada para o Rio Grande do Sul.

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