sexta-feira, 26 de junho de 2015

Educadores gaúchos entram em Estado de Greve

Foto Guilherme Santos/Sul21
A vereadora Sofia Cavedon (PT) esteve na tarde desta sexta-feira (26/6) na Assembleia Geral do Cpers/Sindicato, que aprovou o estado de greve da categoria.

Aproximadamente 3 mil educadores aprovaram, em Assembleia Geral, no Gigantinho, o Estado de greve do Magistério Gaúcho. 

A partir de agora, as ações de mobilização da base da categoria serão intensificadas através da continuidade da Caravana em Defesa da Educação Pública, que está percorrendo o Estado desde o dia 09 de junho, e de um calendário permanente de mobilizações.

Os professores e os funcionários do Rio Grande do Sul estão, a partir de hoje, em Estado de Greve. Vamos ampliar nossas ações de mobilização trazendo a sociedade para unir-se a nossa luta e continuar orientando a nossa base sobre a importância de construirmos uma grande paralisação. Vamos mostrar ao governo que não permitiremos mais nenhum ataque aos nossos direitos. Para isso, mais do que nunca, nossa união é fundamental”, afirmou a presidente do CPERS, Helenir Aguiar Schürer.

Foto Guilherme Santos/Sul21
No início da Assembleia, representantes de entidades de servidores públicos estaduais, como Afocefe, União Gaúcha, Semapi, Ugeirm, Fessergs e Sindcaixa, destacaram a importância da união do funcionalismo público diante dos frequentes ataques do governo Sartori contra direitos dos trabalhadores.

O presidente do Afocefe Sindicato, Carlos De Martini Duarte, expos as perdas do país e do Rio Grande do Sul com a sonegação de impostos pela falta de fiscalização, o que reflete em cortes em áreas essenciais como saúde, segurança e educação. "O Rio Grande do Sul abre mão de R$13,1 bilhões ao ano com a isenção fiscal. O País perde anualmente cerca de R$ 514 bilhões com a sonegação. Não há necessidade de ajuste fiscal, mas sim de combater a sonegação", afirmou.

Participaram da Assembleia, educadores dos 42 Núcleos do Sindicato que também definiram os novos representantes de base da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE. Através de votação foram eleitos representantes das chapas CPERS Unido e Forte, Por uma CNTE de Luta e Educação e Luta.

Acesse aqui e veja as propostas de mobilização aprovadas e o calendário permanente do Estado de Greve.

Fonte: Portal do Cpers/Sindicato.