quarta-feira, 17 de junho de 2015

Sofia se posiciona contrária à retirada de vários itens do PME

Plano Municipal de Educação será votado na segunda-feira (22) 

A Mensagem Retificativa ao Plano Municipal de Educação (PME), retirando 50 estratégias e metas aprovadas em conferências, enviada pelo Prefeito à Câmara Municipal de Porto Alegre, foi aprovada na reunião das Comissões Conjuntas realizada na sessão plenária desta quarta-feira (17). O Plano Municipal de Educação será votado na próxima segunda-feira (22/6), a partir das 14h.

Foto Marta Resing
A vereadora Sofia Cavedon (PT), da Comissão de Educação (Cece), apresentou voto separado apontando os itens em que discorda que tenham sido retirados do Plano, que foi debatido em vários encontros tendo uma intensa participação da comunidade escolar e sociedade civil.

A alteração da Meta 4 do governo municipal, explica a vereadora, estabelece atendimento para a população com deficiência de 4 a 17 anos. “Defendi hoje e defenderei na sessão plenária de segunda-feira (22), quando o Plano Municipal de Educação será votado, que seja de Zero a 21 anos, tendo em vista a estimulação precoce de bebês com deficiência que são atendidos nas escolas especiais da capital”, destaca.

Sofia defenderá também a inclusão, após a expressão “conveniada”, da frase “...e mantenha a expansão da Rede Infantil, preferencialmente nas Escolas Municipais”, no item Estratégias 1.1 do Plano que foi alterada pelo Governo, tendo sido excluída a frase “preferencialmente em EMEIs (Escolas Municipais de educação Infantil)”.

Em sua declaração de voto Sofia se posiciona contrária à retirada de uma série de itens que garantem recursos para o apoio pedagógico como o professor itinerante, laboratórios de aprendizagem e turmas de progressão.

Exceção

Das alterações feitas pelo governo municipal, Sofia foi favorável à inclusão da Rede Conveniada de Ensino. “Aprovamos por ser uma Rede que, construída historicamente e através da mobilização popular, cumpriu e cumpre um papel estratégico na proteção e educação das crianças de Zero a Seis”, enfatiza a parlamentar.