terça-feira, 25 de agosto de 2015

Salas ociosas deveriam ser ocupadas com a Educação Infantil

Integrante da Comissão de Educação, Cultura, Esporte e Juventude (Cece) da Câmara Municipal de Porto alegre, a vereadora Sofia Cavedon (PT) acompanhou na tarde desta terça-feira (25/8), a visita a Escola Estadual Cândido Portinari, localizada no Bairro Menino Deus.

Com problemas de interdição no refeitório, desde o dia 15 de junho deste ano, a escola também esta com salas ociosas que poderiam abrigar duas turmas de educação infantil, diz a vereadora Sofia. Para ela, a prefeitura devia buscar outras alternativas para atender a demanda da educação infantil em vez de propor fechar a Escola Porto Alegre (EPA). “O governo municipal deveria conveniar com o Estado e aproveitar os espaços não utilizados nas instituições estaduais, a exemplo da Cândido Portinari”, destaca a vereadora.

Foto Josiele Silva/CMPA
Sofia lembra que o município terá que dar conta de mais oito mil vagas nessa área até o ano que vem. A Meta 1 do Plano Nacional de Educação (PNE) é universalizar, até 2016, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches, de forma a atender, no mínimo, 50% das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência do Plano, salienta a parlamentar.

Refeitório interditado

Foto Josiele Silva/CMPA
A Cece visitou a escola Cândido Portinari que desde o dia 15 de junho deste ano está com seu refeitório interditado. A diretora da escola, Nalvia Guzzo Fripp, destacou que a Vigilância Sanitária está com novas normas para os refeitórios. "Sabemos que devemos nos adequar a estas normas, mas é necessário que a prefeitura repasse a verba que está prometida desde 2012 para as obras", disse.

Nilza afirmou que já repassou as demandas para a Secretaria Municipal da Educação (Smed) e que agora espera que algo seja feito por parte do poder público. A diretora pediu que a Câmara intervenha a favor do caso e que, se possível, faça a intermediação entre governo e escola para que as obras no refeitório comecem o quanto antes possível. "As crianças estão tendo de trazer suas refeições de casa, pois não estamos podendo oferecer a elas o que é de direito", concluiu.

Com informações do Portal da CMPA.