terça-feira, 27 de março de 2018

Jornada pela Educação - Sofia questiona Secretário sobre a EMEF São Pedro e o fechamento do EJA

Os argumentos utilizados pelo secretário justificar o atraso no início do ano letivo são inaceitáveis.

Diante do MP, da nossa denúncia, da posição do Conselho Municipal de Educação, a Smed devolveu ao Conselho Escolar a decisão de retomada do ano letivo, mas tem a coragem de continuar responsabilizando a escola! A Smed que não proveu professores no ano passado, que não permitiu aula aos sábados, que não aceitou qualquer alternativa construída pela comunidade escolar! A questão é que Marchezan governa com vingança, assedia funcionários e seus secretários são autorizados a fazerem assim! E nesse caso são 1400 estudantes sem aulas até agora!" - Sofia Cavedon
Foto Henrique Ferreira Bregão/CMP 

Não há previsão para o início do ano letivo na Escola Municipal São Pedro, localizada no bairro Agronomia. Essa foi a informação do secretário de Educação da Capital, Adriano de Brito, em audiência mantida com os vereadores que integram a Comissão de Educação, Cultura, Esportes e Juventude (Cece) da Câmara Municipal. O encontro realizado a pedido dos parlamentares aconteceu no auditório da Secretaria Municipal da Educação (Smed) no final da manhã desta terça-feira (27).

A vereadora Sofia Cavedon afirmou que: “Os argumentos que o secretário utilizou para justificar o atraso no início do ano letivo são inaceitáveis, pois ele continua não reconhecendo que a Smed faltou ao não prover pessoal, ao não dialogar e encontrar a melhor solução para a escola, seguindo uma linha burocrática que prejudicou toda a comunidade escolar. A Smed não aceitou as propostas que o Conselho Escolar fez de que as duas turmas que ainda tinham dias letivos para cumprir pudessem faze-los aos sábados, com o início do ano letivo junto com as demais escolas municipais. A escola, também, apresentou a alternativa de começar o ano letivo no final de março, com duas semanas de férias para as duas turmas. Portanto o secretário dizer que a escola mão apresentou proposta de calendário não é verdade, a Smed foi inflexível e nós fizemos um apelo para que a Smed não prejudique ainda mais a comunidade escolar e as crianças”, afirmou a vereadora.

Outra pauta levada para o encontro foi a da reclamação de pais e alunos sobre o encerramento de turmas do EJA noturno na Escola Wenceslau Fontoura, no bairro Mário Quintana, que atendeu 130 alunos em 2017. Para manter o EJA na escola foi criado um plano piloto diurno.

Veja também:
Comunidade da Lomba do Pinheiro protesta por início imediato de aulas na EMEF São Pedro

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Ao postar seu comentário, por favor, deixe seu contato para que possamos retornar. Obrigada.